#NC27 – Entrevista com Rayra Janau

Dando continuidade ao aquecimento para o bate-papo #NC27 sobre monitoramento de mídias sociais apresentamos agora a  entrevista com a profissional Rayra Janau.

Ela é estudante de Comunicação Social – Jornalismo na UFPA, formada na habilitação Publicidade e Propaganda pela Unama e – megalomaníaca na missão de se formar comunicóloga – fez seu TCC com bases em Relações Públicas. Concluiu seu curso de Publicidade estudando como o monitoramento de mídias é crucial para o planejamento de comunicação e viu isso na prática ao estagiar nas mídias sociais da UFPA em 2014.

NC:

Como publicitária formada e jornalista em formação, você vê a importância de monitorar as mídias sociais para as diversas habilitações da comunicação social? Seu uso se resume apenas à publicidade ou todas as habilitações podem se aproveitar dos dados obtidos nas mídias sociais?

RJ:

Em qualquer atividade de comunicação o monitoramento é importante. Seja em publicidade, jornalismo ou relações públicas, o trabalho de comunicação começa com um planejamento que propõe a melhor maneira de atender e superar as expectativas dos públicos em relação a determinado produto ou marca. O monitoramento das mídias é uma peça chave para identificar as opiniões e necessidades dos consumidores e da opinião pública de modo geral, portanto é fundamental para a criação de campanhas, linhas editoriais, de ações de RP, etc.

NC:

No tempo que você esteve atuando como Social Media da UFPA, uma de suas atividades era monitorar o que se falava da universidade nas mídias sociais. Qual a maior dificuldade em se monitorar a instituição?

RJ:

Monitorar as interações online com a Universidade Federal do Pará é um super desafio. A instituição é imensa, tem muitos projetos em atividade e todos os dias surge algo novo, atende estudantes universitários, professores, funcionários, comunidade próxima aos campi e polos, vestibulandos, ex-alunos, ex-professores, familiares dos funcionários e mais. O fato é que todas essas pessoas precisam de informações e querem expressar suas opiniões, logo, a maior dificuldade é encontrar e responder a esse fluxo de comunicação em tempo, considerando que nem todos procuram os canais oficiais para se expressar. Essa atividade ficava mais complexa porque a equipe era pequena (apenas duas pessoas que também realizavam planejamento e produção de conteúdo) e só usava softwares gratuitos.

NC:

Como você visualiza o cenário local em relação à atividade de monitoramento de mídias sociais?

RJ:

Na faculdade de comunicação ainda se fala pouco sobre o monitoramento, acho que isso é um reflexo da presença desta atividade no mercado da cidade. Aparentemente, ainda se trata o monitoramento como parte do trabalho de um social media que também planeja e também produz conteúdo; e não como uma atividade mais complexa que faz a diferença no planejamento de comunicação e pode ser melhor explorada por um profissional especializado.

Bora continuar esse bate-papo? Inscreva-se gratuitamente no próximo #NC e participe! Lembrando que as vagas são limitadas.

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